IA e resultado real: como Sergio Barbosa e Igor Oliveira constroem operações comerciais inteligentes
Unindo estratégia comercial e tecnologia proprietária, os fundadores da DPX provam que atendimento bem estruturado é o ativo mais valioso de uma empresa
Enquanto o mercado debatia o futuro da inteligência artificial, a Agência DPX já colocava a tecnologia para trabalhar diretamente na linha de receita de seus clientes. A empresa, fundada pelos sócios Sergio Barbosa, estrategista digital e CRO, e Igor Oliveira, não vende promessa de visibilidade. Vende resultado mensurável: mais conversões, menos perdas e operações comerciais que funcionam com precisão.
O modelo de atuação da DPX foge do padrão. Em vez de campanhas e entregas pontuais, a empresa constrói o que chama de infraestrutura de crescimento, um conjunto integrado de ferramentas que inclui CRM, automações via WhatsApp com API oficial e plataformas de gestão de atendimento. Nesse portfólio estão soluções como o WaSeller, para gestão estratégica de conversas comerciais; o FlowSeller, voltado à estruturação de funis de vendas; e o Iarizando, iniciativa dedicada à implementação de agentes de inteligência artificial em operações reais.
“A DPX se diferencia por atuar como uma empresa de tecnologia focada em receita e eficiência operacional. Não entregamos campanhas. Entregamos infraestrutura de crescimento”, afirma Sergio Barbosa. Na prática, isso significa que cada solução desenvolvida pela empresa é pensada para eliminar gargalos no caminho entre o primeiro contato do cliente e o fechamento da venda.

A visão de Sergio como CRO é o que orienta a bússola estratégica da DPX. Mais do que gerenciar ferramentas, o papel exige identificar continuamente onde o dinheiro está sendo perdido e como recuperá-lo. “Nosso foco é encontrar constantemente novas alavancas de monetização e eficiência. Isso nos levou a ir além do software. Hoje ajudamos empresas a estruturar toda a operação de atendimento, conectando CRM, automações e inteligência artificial para aumentar conversão e produtividade”, explica. O resultado prático é um ciclo de vendas com menos ruído, mais velocidade e maior aproveitamento de cada oportunidade gerada.
O próximo capítulo da DPX está sendo escrito pela inteligência artificial. A empresa tem investido na expansão de sua vertical de agentes autônomos, capazes de qualificar leads, responder perguntas e conduzir fluxos completos de atendimento sem intervenção humana. A lógica é simples: o consumidor moderno não tolera lentidão. “O consumidor quer velocidade e precisão. Empresas que ainda dependem de processos manuais vão perder espaço”, avalia Sergio.
Com isso, a DPX mira uma posição de referência nacional em infraestrutura de atendimento inteligente e a consolidação de um modelo em que tecnologia e receita andam lado a lado.
