A Inteligência Artificial não vai curar sua dor. Porque ela nunca chorou como você
Ela não sabe o que é acordar às 3 da manhã com o coração apertado.
Não entende por que você trava toda vez que precisa se posicionar.
Não percebe aquele nó na garganta que você já aprendeu a esconder.
A IA pode até sugerir meditação, mandar um áudio calmo, indicar um mantra bonito.
Mas ela não sentiu seu abandono.
Não conheceu sua infância.
Não viu o que você engoliu calada pra continuar sorrindo.
Porque traumas não são dados.
Cura não é comando.
E autoconhecimento não se copia e cola.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil lidera o ranking global de ansiedade.
E uma pesquisa da ISMA-BR mostra que 72% dos brasileiros ativos profissionalmente já apresentam sintomas de burnout.
Mesmo assim, a maioria segue buscando soluções automáticas, imediatistas… ou digitais demais.
Enquanto o mundo corre atrás de respostas prontas, cada vez mais pessoas percebem:
Existe um tipo de escuta que nenhuma máquina entrega.
Existe uma sensibilidade que só quem já se quebrou um dia pode oferecer.
É nesse território profundo onde o corpo fala e a alma pede passagem
que Anaumy Mazzottini atua há mais de 30 anos.
Com sua técnica de Neuroprocessamento, Anaumy identifica o ponto exato onde a dor ficou presa sem precisar reviver o trauma.
Ela lê o corpo como quem decifra um código sagrado.
Traduz o que está escondido atrás da ansiedade, da autossabotagem, do medo de errar.
E conduz a transformação com firmeza, intuição e verdade.
Não é papo místico. É precisão emocional.
Em apenas algumas sessões, pacientes relatam alívio de sintomas físicos e emocionais, clareza mental e retomada de escolhas que estavam travadas há anos.
Essa terapia não é pra quem quer respostas fáceis.
É pra quem quer reencontrar sua força sem precisar se machucar mais.
E isso…
nenhuma IA vai te entregar.
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