Modelo de operação enxuta e foco em delivery levam empreendedor a adquirir segunda franquia do Clube Pop em menos de um mês
Com operação simplificada e suporte estratégico em marketplaces, rede de franquias valida modelo de negócios e atrai investidores experientes focados em escalabilidade
O mercado de foodservice vem passando por transformações profundas nos últimos anos, impulsionado pelo avanço do delivery e pela busca de investidores por modelos de negócios mais enxutos, previsíveis e escaláveis.
Um exemplo desse movimento é o do empresário Renato Mendes que, menos de um mês após inaugurar sua primeira unidade do Clube Pop, já investiu na aquisição da segunda franquia da rede.
Mendes, que já possui experiência na gestão de outras empresas, adquiriu a primeira operação no dia 13 de maio de 2026. Segundo ele, o retorno inicial da unidade e a eficiência operacional do modelo foram fatores decisivos para acelerar a expansão.
Enquanto mantém a operação da primeira loja em funcionamento, o empresário já finaliza a escolha do ponto comercial para a segunda unidade.
“Para mim, o retorno foi muito acima do esperado. Como já tenho outros negócios, sempre olho para a operação, escalabilidade e Retorno Sobre Investimento (ROI). Encontrei no Clube Pop uma oportunidade muito inteligente de diversificar investimentos com uma operação simples e potencial de retorno muito rápido”, afirma Renato Mendes.
Tecnologia, padronização e força no delivery impulsionam crescimento
Segundo o empresário, um dos principais diferenciais do Clube Pop está justamente no modelo operacional voltado para o delivery e na estrutura de suporte oferecida pela franqueadora.
Mais do que um restaurante tradicional, a operação funciona com forte apoio estratégico nas plataformas de marketplace, como iFood e 99 Food, reduzindo um dos principais desafios enfrentados atualmente por negócios do setor alimentício: a gestão de vendas no ambiente digital.
Outro ponto considerado estratégico é a logística de produção. O Clube Pop opera com um modelo de fábrica, no qual os alimentos chegam prontos e padronizados às unidades. Na cozinha, a equipe atua principalmente no aquecimento, montagem e despacho dos pedidos, o que reduz etapas operacionais e aumenta a agilidade no atendimento.
“Não adianta apenas ter comida boa. É preciso entender como vender no delivery. Hoje, praticamente não preciso me preocupar em criar estratégias nos marketplaces, porque recebemos toda a orientação sobre operação, horários, posicionamento, cardápio e vendas. Além disso, o modelo de fábrica reduz drasticamente problemas operacionais e dificuldades com mão de obra”, destaca Mendes.
Baixo investimento e potencial de escala aceleram expansão
Na avaliação do empresário, o modelo do Clube Pop também se diferencia pelo baixo custo operacional quando comparado a restaurantes convencionais.
Com uma estrutura mais leve e simplificada, a expectativa do franqueado é utilizar as duas unidades para ganhar escala e ampliar presença em regiões estratégicas.
“O principal motivo para abrir a segunda unidade tão rápido foi perceber o potencial do modelo na prática. Quando você acompanha a operação funcionando no dia a dia, entende o poder de escala do negócio. Minha expectativa é crescer em volume, porque conforme os algoritmos dos aplicativos vão aquecendo e as lojas ganham relevância, o potencial de faturamento aumenta significativamente”, conclui o empresário.
